SERPROS PARTICIPA DE SEMINÁRIO SOBRE SUSTENTABILIDADE

18/08/2014
O SERPROS marcou presença na 5ª edição do seminário “A sustentabilidade e o papel dos fundos de pensão no Brasil”, realizado na tarde do dia 13/04, no Centro Cultural Furnas, no Rio de Janeiro. O evento, organizado pela Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp), reuniu diretores, conselheiros, gestores e técnicos de diversas áreas relacionadas à previdência complementar.

Os esforços dos fundos de pensão nos investimentos com responsabilidade social e ambiental foi um dos tópicos abordados logo na abertura do evento, que contou com a presença do diretor presidente da Abrapp, José Ribeiro Pena Neto, o diretor executivo, Guilmerme Velloso Leão, e o diretor ouvidor da Real Grandeza, Horácio de Oliveira.

Equidade de gênero e raça foi o tema debatido pela secretária de Políticas Públicas do Trabalho e Autonomia Econômica das Mulheres, Tatau Godinho. Já o CEO da Bradesco Asset Management, Joaquim Levy, tratou do pilar econômico da sustentabilidade, ao apresentar a palestra “Análise integrada de investimentos: desafios e transformações necessárias”. E o presidente da empresa de embalagens eco sustentáveis CBPAK falou sobre inovação.

Na ocasião, foi lançado o 4º Relatório de Sustentabilidade dos Fundos de Pensão. O documento, disponível no site da Abrapp, busca, entre outros tópicos, promover o engajamento do setor em práticas sustentáveis. Este relatório foi elaborado considerando a metodologia Global Reporting Initiative (GRI), conhecida como mais abrangente e facilitadora de uma maior padronização.

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Diretoria e Comitê de Sustentabilidade do SERPROS participam do evento

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RENTABILIDADE DOS FUNDOS DE PENSÃO SUPERA PGBLs E VGBLs

07/08/2014
Uma pesquisa da Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp) mostrou que os fundos de pensão, nos últimos dez anos, superaram as rentabilidades médias brutas em todas as categorias de portfólios abertos no período de 2004 a 2013.

Compare o desempenho no quadro abaixo:

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Além da previdência oficial, concedida pelo INSS, os brasileiros têm como opção as modalidades de previdência complementar abertas ou fechadas, que são investimentos vantajosos para a aposentadoria.

No regime fechado, as empresas oferecem a seus empregados planos das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC), os fundos de pensão, e também contribuem para os benefícios programáveis (a aposentadoria) e de risco (aposentadoria por invalidez, auxílio-doença e pensão por morte). Como são entidades sem fins lucrativos, toda a rentabilidade retorna para o participante.

Já os sistemas abertos são oferecidos por bancos, seguradoras e empresas. Neles, os recursos são acumulados apenas pelos participantes. São duas modalidades: Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) e Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL).

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MITOS SOBRE A APOSENTADORIA – ÚLTIMA PARTE

07/08/2014
Estamos abordando, nos últimos informativos, conceitos muito disseminados com relação à aposentadoria que, com as mudanças socioeconômicas, não correspondem mais à realidade. Confira o último mito da série:

4º Mito: “Meu Imposto de Renda vai ser menor do que o atual”

Quem contribui para o INSS e tem um plano de previdência complementar pode fazer duas deduções na hora do ajuste anual do Imposto de Renda: a da Previdência Social, que pode ser integralmente abatida, e a do plano privado, limitada a 12% de sua renda bruta. Ao se aposentar, o contribuinte deixa de ter direito a essas duas deduções, pois não paga mais sua aposentadoria. Agora é hora de receber os benefícios.

Além de não ter mais direito à dedução, a tendência é que os filhos, antes declarados dependentes no IR, não cumpram mais as condições para tal. Por tudo isso, a alíquota do IR provavelmente será muito parecida com a que você paga atualmente.

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DICAS PARA EQUILIBRAR AS CONTAS

07/08/2014
Não é raro que as pessoas cheguem ao fim do mês com a sensação de o dinheiro ter “escapado” da conta bancária. Se o próximo salário ainda não chegou, mas você acabou ficando no vermelho, é sinal de que está gastando mais do que pode e precisa equilibrar as contas. Não é fácil, mas o primeiro passo é identificar os chamados sabotadores de orçamento: aquelas despesas que podem não parecer, mas acabam impactando os gastos.

O primeiro passo, como recomendam os especialistas em educação financeira, é criar uma planilha e se organizar para anotar, durante todo o mês, todos os gastos: os fixos (aluguel ou financiamento da casa e do carro, se houver; contas domésticas; gastos do mercado, transporte e combustível; gastos com lazer; fatura do cartão de crédito; despesas médicas) e extras (reparos na casa, despesas médicas de emergência, presentes). É importante anotar, inclusive, os gastos pequenos, como lanches. Muitas vezes vale a pena trocar o salgado na rua por um biscoito comprado mais barato no mercado, ou cortar o almoço fora por uma refeição feita em casa.

Após fazer um diagnóstico, é a hora de ser honesto consigo mesmo, evitando compras por impulso e a manutenção de um estilo de vida que pode não caber na sua realidade. Assim, fica mais fácil voltar para o azul e ter dinheiro livre para realizar seu projeto dos sonhos.

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