04/07/2018

Carlos Luiz Moreira de Oliveira é o novo diretor de Seguridade do Serpros. O Conselho Deliberativo (CDE) da entidade aprovou e deu posse ao indicado pela patrocinadora em 27 de junho do corrente ano.

Com experiência de 9 anos como diretor de gestão interna, além de alguns anos em outras funções gerenciais no Serpro, Carlos Luiz também integrou o Conselho Fiscal do Serpros (COF) no início dos anos 90.

Conheça nesta entrevista as suas expectativas à frente da Diretoria de Seguridade.

SERPROS: Qual será seu principal objetivo como diretor de Seguridade?
CARLOS LUIZ: Meu principal foco é trabalhar junto à atual administração (Diretoria Executiva, CDE e COF) na recuperação do Serpros, visando assegurar de forma contínua as melhores condições de aposentadoria dos participantes.

Somar aos esforços em andamento para melhoria do processo de governança do fundo, a modernização e a racionalização dos processos e sistemas de gestão administrativa e previdenciária do Serpros.

SERPROS: Como é para um participante sócio-fundador ocupar um cargo estratégico na entidade que conta com mais de 11 mil participantes e patrimônio de cerca de R$ 5,6 bilhões?
CARLOS LUIZ: É uma oportunidade de dar uma contribuição a mais para assegurar um futuro seguro para nossos colegas serprianos, sendo para mim motivo de muito empenho, dedicação e orgulho.

SERPROS: Quais são seus planos para a perenidade do Serpros?
CARLOS LUIZ: A perenidade do Serpros depende, por um lado, de que o mesmo execute seu trabalho com o seu maior fator de benefício que o Serpro fornece aos seus empregados e, por outro lado, que responda aos participantes com precisão e fidedignidade às regras definidas em seus regulamentos e planos.

O plano PS-II, por ter sido construído com base em uma legislação mais moderna que a do PS-I, já foi instituído visando dar aos participantes a oportunidade de obter a complementação mensal de sua aposentadoria e permite o saque de parte dessa reserva individual até 25% da mesma.

Alternativamente é facultado ao participante do PS-II sacar o saldo da sua reserva, encerrando sua vinculação com o Serpros, deixando de ter direito aos benefícios previdenciários, além de empréstimos.

SERPROS: O que tem a dizer aos colegas que ainda não são participantes do Serpros?
CARLOS LUIZ: O empregado do Serpro que ainda não é participante do plano precisa fazer uma avaliação, levando em conta exclusivamente seu interesse próprio. Sua contribuição, somada à do Serpro, lhe assegura em primeiro lugar cobertura complementar de salário em casos de afastamento para tratamento de saúde também nos casos indesejados de aposentadoria por invalidez.

Além da complementação de aposentadoria por tempo de contribuição, há a possibilidade da portabilidade em caso de saída do Serpro para uma nova carreira. Outra possibilidade é a formação de uma poupança, com parte igual à que ele contribuiu, paga pela patrocinadora, observados os limites do plano.

Diretor de Seguridade, Carlos Luiz Moreira de Oliveira
Diretor de Seguridade, Carlos Luiz Moreira de Oliveira
“Meu principal foco é trabalhar junto à atual administração na recuperação do Serpros”, diz diretor de Seguridade